Notícia

Projeto de revitalização do Clube Comercial foi apresentado na ACIBa

16 de Novembro de 2019

Os professores do curso de Engenharia Civil da Urcamp, Emílio Mansur, Daniela Marques e Ronald Rolim de Moura juntamente com a acadêmica do curso de arquitetura Gabriela Pereira Morales, apresentaram na semana passada, durante a reunião da ACIBa, um projeto com a proposta de revitalização do Clube Comercial. O projeto arquitetônico idealizado pela formanda com orientação da professora Marília Barbosa e implementado pelos engenheiros através do novo modelo de ensino da instituição, que atende demandas da sociedade através de projetos integradores realizados pelos acadêmicos.
A agenda de compromissos do clube termina em dezembro quando o clube poderá ser vendido pelo valor mínimo de R$ 8 milhões.  A proposta apresentada surgiu pelo entendimento da importante carga histórica que o imóvel tem tanto como patrimônio histórico como cultural e afetivo. A ideia apresentada tem a intenção de preservar a memória ali existente e proporcionar a comunidade e aos associados um espaço de lazer, onde se vivencie diversas atividades.  A proposta manteria a identidade e uso do Clube, valorizaria e melhoraria as condições da edificação, adaptaria o mesmo a novas necessidades, criaria um anexo para estimular o uso do local.
O projeto contemplaria: confeitaria, restaurante, auditório superior, salão de festas, salas de escritórios, duas lojas no subsolo pela Av. Sete, memorial do clube, biblioteca e administrativo. Já no anexo da Marechal Floriano haverá duas lojas, salas de escritório, academia, espaço gourmet, sala multifuncional e no piso superior salas colaborativas, academia, spa, escritórios.
O valor do prédio esta orçado em R$ 8 milhões e o investimento para contemplar o projeto é de R$ 2,4 milhões que somando dá R$ 10,4 milhões.

Financiamento coletivo Equity CrowdFunding
O recurso para o investimento tem como meta arrecadar 2,4 milhões com cotas a partir de R$ 500,00 ou mais.
Conforme Mansur, a ideia é construir um local de convivência para a população, que utilizaria o prédio do Clube, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae). O novo complexo seria chamado de Centro Cultural e Comercial. Do valor adquirido com a comercialização ou aluguel dos espaços 60% será destinado para instituições de caridade (após o pagamento do passivo) e 40% aos investidores (retorno previsto de mais 8% ao ano).
Todos os presentes na reunião demonstraram interesse pela proposta, como uma das formas de manter a entidade centenária viva antes que seja negociada com um único comprador.  A reunião contou com a presença de dois integrantes da comissão de dissolução e venda do Clube, Roberto Bandeira e Dóris Vaz. Após a explanação de Mansur, Bandeira informou que é necessário formalizar a proposta, que então deve ser apreciada pelo setor jurídico, bem como o Ministério Público, que está acompanhando o processo de dissolução, assim como tem acontecido com as demais propostas recebidas. A viabilidade do ponto de vista jurídico será avaliada pela comissão.

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